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A
história da Prolan é uma coleção de projetos bem sucedidos que demonstram a capacidade
de transformar o sonho do cliente em realidade.
| Oferecer
soluções inovadoras é uma marca Prolan desde o início de suas atividades. Criada
em 89 como distribuidora, foi a primeira empresa no país a comercializar produtos
para redes. Até 92, seus principais negócios concentravam-se na integração de
pequenas redes baseadas em Novell. Nesse ano, ganhou o primeiro projeto: construir
um backbone óptico no Edifício Unibanco (cidade de São Paulo), para 600/700
usuários. Foi o primeiro backbone do gênero no país. Do mesmo modo, a rede de
roteadores que implantou para o Banco Nacional foi precursora no Brasil.
Desenhava-se o perfil de uma empresa integradora, ao mesmo tempo em que a atividade de distribuição passava a segundo plano, até extinguir-se. Os projetos se sucediam. Entre eles , a implantação da Rede Nacional da Gessy Lever: cerca de oito redes locais em todas as unidades industriais da companhia, conectando mais de 4 mil funcionários. No Citibank, (Rio de Janeiro e São Paulo), redes locais com switches nível 3, baseadas em roteadores, reduziram o tráfego broadcast em mais de 50%, possibilitando ao banco substituir sua rede de terminais. Em 94, a Prolan, que até então era uma empresa TDA, foi adquirida pelo grupo Odebrecht, deixando definitivamente para trás a atividade de box mover. Com esse realinhamento estratégico, dirigiu sua atuação para serviços de consultoria, projeto, integração, instalação, suporte e manutenção. O mercado reagiu favoravelmente às mudanças da empresa. Para o Bradesco, a Prolan desenvolveu a primeira rede nacional de multisserviços do país, cujo contrato, cumprido à risca pela Prolan, assegurava uma disponibilidade de 100%. Com 11 pontos, centralizada na sede do banco, a rede ligou, por terra e satélite, todas as regionais da instituição. No Teleporto do Rio de Janeiro, a Prolan venceu a concorrência da Fundação Vale do Rio Doce (Valia) para um projeto de rede local com tecnologia ATM, incluindo operação assistida com a Embratel. A pioneira rede ATM do país, com velocidade de 115Mbps, tinha a finalidade de suprir todas as necessiades de comunicação multimídia dos usuários, com um conceito modular, isto é, possibilitando a criação de redes privativas virtuais (VPNs) nos diferentes andares do Teleporto. Adquirida por seus dirigentes no final de 95, a Prolan virava mais uma página de sua história, e continuava a vencer concorrências de porte. Como a rede nacional do Serpro, multisserviços, multivendor, baseada em cell relay, originalmente com 78 pontos regionais (hoje 87). No ano seguinte, o principal projeto executado foi o ReceitaNet, da Secretaria de Receita Federal, ligando 820 cidades, na primeira etapa (hoje são 920 pontos). Nessa rede, trafegam os principais serviços da Receita Federal como o IRPJn (Imposto de Renda de Pessoa Jurídica), IRPF (Imposto de Renda de Pessoa Física), RAIS (Relatório Anual de Informações Sociais) e o Siscomex (Comércio Exterior). A rede local do Banco Central, mostrou outra vez o pioneirismo Prolan que, em 97, implantou a primeira rede ATM a 622 Mbps, switches nível 3 e interligação a canal em mainframe. Nesse mesmo ano, construiu, para o departamento financeiro da Telesp, a primeira rede metropolitana a 622 Mbps, redundante e tolerante a falhas. Com quatro núcleos, instalados em diferentes locais, a sua disponibilidade, análoga à do mainframe, garante, no caso de queda de algum núcleo, que os demais assumam automaticamente as suas funções. O maior projeto da Prolan em 98 foi para o Banco do Brasil. Uma rede cell relay, multivendo e mutisserviços, para interligar 4860 agências. Nessa instalação, a Prolan utilizou, pela primeira vez, a sua fábrica de configuração: softwares próprios que possibilitam a pré-configuração de todos os equipamentos, de quaisquer fornecedores, apenas com base nas planilhas de endereçamento do cliente. Essa automação de processo permite uma redução drástica no tempo de implantação e a otimização da alocação de recursos humanos. Assim, a rede do BB foi configurada em 3 meses (ao invés de 24), com o trabalho de 15 técnicos (ao invés de 100 engenheiros).
Em 1999, a Prolan participou ativamente de alguns dos mais arrojados projetos
de e-business do país, o sistema de business-to-business da Klabin, e de
outras aplicações inovadoras de tecnologia internet, com exemplos expressivos
como o projeto de voz sobre IP da Shell. | ||||
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